PALHAÇADA!
Eu não posso levar minhas ideias a sério, não posso não. É perigoso interpretar as pessoas. Antes de um possível começo disso, eu "penduro as chuteiras". Eu só quero esclarecer que o equivocado é você. Quis engasgar quando a lembrança de seu dizer me soou de volta às ideias. Não, eu não posso levar minhas ideias a sério. Porque se o constatado agora for verdade, já me foi anunciado: vou perder meu querer bem (O que deu em mim? Calma, é certo eu o considerar assim!).
Viver na fantasia é perigoso. Mas calma, agora quem delira não sou eu... E sim você, meu precioso desconhecido. É... até me recordo de já ter lhe dito que o amava. Mas, eu estava brincando! Estava brincando. Não, não, não! Estou sentenciada: eu vou ser exilada. (Seja amigo. Jure para mim que não vai tomar mais distância).
Termos malditos! Meu suposto estado não se justifica pelo jeito que explicam... Olhe para o que é fato: eu nunca acompanhei o seu viver. Só sei de seu jeito de dizer, meu elo. Entendeu? Eu gosto é do bem que você me faz, é só isso.
Como eu me proteger? Eu iria esperar, a hora certa, pra falar que o que você insinua não passa de um equívoco. Acontece que estou aqui, sem conseguir dormir.
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