Provas de amor... De amores frustrados
Pensei no filme uma mente brilhante e na esposa do protagonista, que o aceitou embora a esquizofrenia grave.
Isso me fez pensar, em sequencia, naquele filme, também baseado em fatos reais, do grande físico que sofre de ELA, mas que está ao lado de uma esposa com muito amor e dedicada a preservá-lo de qualquer mal maior... O físico então, quando se encontra em estado ainda mais grave da doença, resolve se divorciar de sua esposa. Mas, quando se passa isso no filme, nos dá a entender não que ele quisesse mal à sua então esposa, só queria libertar esta esposa de um maior sofrer ao lado dele, seu então marido. Queria que ela vivesse o que não conseguiria viver se contonuasse ao seu lado, viver feliz. (Sublime)
E... pra fechar... Me vieram duas cenas mais marcantes da novela O Clone, ficção - faz tempo que essa passou!! Cenas com o personagem Saíd, marido de Jade (vivida por Giovanna Antonelli), que a venerava desde que a viu. Casou-se com ela e então descobriu, na noite de núpcias, que ela não era mais virgem. Por serem eles muçulmanos, Jade seria apedrejada assim que descobrissem essa falha dela - falha culturalmente assim julgada. Então, ele decide se cortar e escorrer seu próprio sangue nos lençóis da especial noite, provando o querer Jade, que ela não fosse condenada. Ele a amava... começa a novela. E em seu final (in)feliz, Saíd decide se divorciar da Jade que só nutre amor por outro homem, liberta-lá para que ela possa viver com este... este... outro homem. Ele diz a ela: eu te repudio... eu te repudio.. eu te repudio.
Que nós não nos abalemos tanto... No ser apaixonado aqui, junto do amor frustrado, deve haver um tanto de raiva pelo objeto fantasiado... Mas...
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